Tipos Sanguíneos

Você também tem essa dúvida?

Todo mundo quer saber qual é o seu tipo sanguíneo, mas isso realmente é importante?

É importante nas gestações, abortos e traumas, pois pode ocorrer imunização tanto da mãe quanto do bebê.

Na hora da transfusão sempre precisamos pegar uma amostra do sangue,  para avaliar a tipagem ABO e Rh e realizar uma prova cruzada com a bolsa que será transfundida.

E quais são os tipos sanguíneos mais frequentes no Brasil?

Para tirar essa dúvida eu levantei este artigo. É um estudo retrospectivo e descritivo com 2372 puérperas e seus respectivos bebês.

A conclusão é que 436 (18,4%) apresentaram recém- nascidos ABO incompatíveis. A frequência dos subtipos nas mães são:

  •  90% RH+ e 10% Rh –
  • A – 32,17%
  • B – 13,45%
  • AB – 3,71%
  • O – 50,97%

Nos bebês:

  • A – 34,44%
  • B – 14,67%
  • Ab – 3,01%
  • O – 47,88%

neste artigo com doadores de sangue observamos a frequência dos subtipos sanguíneos :

  • 49,23% do tipo O
  • 33,71% do tipo A
  • 13,93% do tipo B
  • 3,13% do tipo AB

Confirmando que o tipo mais frequente é o O seguido do tipo A .

Você sabe seu tipo sanguíneo? Me conta aqui nos comentários! O meu é A+.

Preparado para doar sangue?

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Visite o site da Pro Sangue para saber quais estoques estão baixos.

Os critérios  básicos para doação são:

  • Estar em boas condições de saúde.

  • Ter entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos, clique para ver documentos necessários e formulário de autorização).

  • Pesar no mínimo 50kg.

  • Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas).

  • Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação).

  • Apresentar documento original com foto recente, que permita a identificação do candidato, emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social).

Autor: Fernanda Santos

Médica hematologista, formada pela Faculdade de Medicina da USP em 1999, Residência em Clinica Médica de 2000 a 2002, Residência em Hematologia e Hemoterapia de 2002 a 2004.

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